quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Poluição: uma ameaça à vida!



Para um atleta que dedica a vida ao esporte, os Jogos Olímpicos oferecem uma oportunidade única de brilhar. É a chance de mostrar ao mundo que todos seus esforços não foram em vão.

Agora imagine esses atletas, que dedicaram suas vidas em busca de um sonho, as Olimpíadas, ao descobrir que iriam competir na China, um dos países mais poluídos do mundo. Sabendo que um atleta respira 20 vezes mais ar que um pessoa comum, isso significa 4 vezes mais CO, CO2, ozônio e poeira numa cidade como Beijing. Isso compromete não só o desempenho do atleta como põe em risco sua saúde.

Pois é, nem tudo é belo na nova capital do planeta esporte. De acordo com o Banco Mundial, toda esta poluição gera um custo humano pesado: calculam que todos os anos morrem na China 400 mil pessoas vítima de doenças causadas pela poluição do ar. Claro que o governo chinês não ignorou esse fato, e investiu 17 bilhões de dólares para o controle da poluição. Ainda, durante os jogos, declarou férias a muitas fábricas para que não emitissem gases poluentes. Mesmo assim, o Comitê Olímpico admitiu que, por causa da contaminação do ar, não se esperam novos recordes ao ar livre, nesta edição dos Jogos.

Mas não precisamos ir tão longe para falar de poluição. A cidade de São Paulo, por exemplo, já é considerada a 3ª cidade mais poluída da América Latina. Por isso, hoje, no "Dia de Combate a Poluição", vamos unir nossas forças contra esse mal que ameaça nosso futuro, nossas vidas. Temos direito e devemos exigi-los: que os governantes tomem atitudes. Mas também temos deveres, dando exemplos, começando por nossa casa, separando o lixo, dando preferência para produtos recicláveis, incentivando idéias ecológicas. Só assim todos sairão ganhando!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Olimpíadas: O que o mundo ganha com isso?

Por Fernanda Winter -

As olimpíadas estão aí trazendo grandes emoções e aflorando o patriotismo! Todos(as) esperam de seus países boas performances e muitas medalhas. Trata-se de um evento extremamente competitivo, mas será que o papel dos jogos olímpicos para por aí?
Países de todos os cantos do globo se reúnem em um mesmo espaço físico e travam não só o desafio de competir, mas também, o de conviver e respeitar povos das mais diversas cores, etnias, religiões e culturas. Conflitos e diferenças históricas são deixados de lado em nome do ideal olímpico da cultura de paz.

Seria romântico demais dizer que os jogos possibilitam a aceitação das diferenças e a convivência harmônica entre as nações, porque realmente não possibilitam. Mas, permitem reflexões sobre mitos e tabus historicamente construídos em torno das identidades de cada povo, colocando à prova inúmeros “pré-conceitos”, como, por exemplo, nas olimpíadas de Berlim em 1936 na qual Hitler, chanceler da Alemanha na época, defensor da superioridade ariana teve de assistir de camarote o mito da raça superior cair por terra ao ver seus atletas serem vencidos por um negro norte-americano.

Não há como negar o caráter competitivo de uma olimpíada, mas é interessante pensar nos processos vivenciados pelos atletas durante os jogos, nos quais muitas coisas serão necessariamente compartilhadas, sejam elas a quadra, o pódio, os apertos de mão e muitas outras expressões corporais como olhares, exercício muitas vezes árduo de olhar nos olhos do outro e reconhecer suas qualidades o enxergando para além das diferenças sociais, culturais, econômicas e ideológicas.

Portanto, é possível dizer que o papel das olimpíadas não se restringe a mera competição, mas, traz consigo o objetivo maior da união, da cooperação e da paz, muito bem lembrado no lema desse ano: “Um mundo, um sonho”.

Parabéns Jovens!


A ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o dia 12 de agosto como o Dia Internacional da Juventude. Afinal de contas os jovens, entre 15 e 24 anos de idade, formam mais de 17% da população mundial.

Sob o tema: "Jovens e Mudança Climática: Hora de Ação", essa data focalizará o papel dos jovens para proteger o meio ambiente e será celebrada com eventos, em várias partes do mundo, sobre proteção ambiental e promoção de ações comunitárias para combater o aquecimento global.


Saber que a ONU, não só está preocupada com o meio-ambiente, mas também está apostando no grande potencial dos jovens para entrar nessa luta em prol da humanidade, é com certeza um grande reconhecimento e estímulo a todos nós! Nós, da Equipe do Übersite, juntamente com nossos jovens colaboradores e parceiros, estamos nos esforçando em apresentar diferentes maneiras para que você também possa fazer sua parte.


Celebre esse dia mostrando que você também pode e quer ser um agente ativo do meio-ambiente que faz sua parte para construir um futuro mais saudável e belo para todos.


Saiba mais: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/6891.html

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Você Faz Parte

O “Descubra o Verde é uma iniciativa do Discovery Channel, que faz parte da campanha global Planet Green, uma iniciativa que leva o compromisso de documentar, preservar e celebrar o nosso planeta.

Na América Latina, “Descubra o Verde” será formado por blocos de programação especiais chamados de Planet Green e ferramentas interativas on-line com versões em espanhol e português.

Assista ao vídeo “Você Faz Parte” que mostra o que está acontecendo hoje com nosso planeta e, consequentemente, conosco.


Veja o Video Nos Meu Orkut : cleitonhilton@yahoo.com.br

Como você quer chegar?


O Google Maps te ajuda a chegar onde você quer de maneira ecológica! É que, agora, você pode consultar os caminhos na opção ‘a pé’!

Ao clicar na opção “Como chegar”, digite as localidades (De/Para) e selecione para que a rota seja percorrida “a pé”. De quebra ainda leva um aviso que diz: “Tenha cuidado ao caminhar em áreas desconhecidas.”

Muito bacana a iniciativa!

A velocidade do tempo

Você um dia parou para pensar no quanto o tempo ultimamente tem passado rápido?

Ou de tanta rapidez você nem teve tempo de parar e pensar?

Pois é, a cada dia que passa temos um zilhão de coisas para fazer, que quando vemos, não fizemos nada!

Essa rotina agoniante, mata qualquer tipo de vontade e de mudança.

A rotina gera acomodação, ou seja, sempre fazemos as mesmas coisas todos os dias, que a gente se acostumando a fazê-las, e temos preguiça de mudar de atitude.

E isso acaba gerando dificuldades em diminuir o uso abusivo de água, pois desde pequenos nunca tivemos limites de como usar a água, no uso abusivo de sacolas plásticas, há séculos estamos acomodados a praticidade de usar sacos plásticos, que tentar usar uma sacola sustentável é algo totalmente fora do comum. Ou simplesmente o fato de separar o lixo, é muito mais fácil jogar tudo no mesmo lugar, e deixar que a natureza se encaminhe disso.

Mas voltamos ao fato de que o tempo está tão acelerado, que costumes como esses geram HOJE crises terríveis, que cientista nenhum sabe como resolver.

Esse tempo que corre cada vez mais, e até dá medo, pois parece que estamos mais perto do dia que em que haverá sim essa escassez de água, haverá sim esse acumulo de sacos plásticos que demoram 500 anos para se decompor, e que logo não terá mais onde colocar tanto lixo!

Já é tempo de parar e repensar atitudes, tanto ambientais quanto sociais, pois logo quem sofrerá as conseqüências serão nós mesmos, e não mais nossos filhos ou netos.

Por isso, quando o dia acabar, pense, se você já colaborou consigo mesmo, senão, tente o dia seguinte, mas não deixe de tentar!

Lei Seca: da teoria à prática


Por Bruna Todeschini -

Desde que foi aprovada, a lei de tolerância zero em relação à mistura de álcool e direção tem causado muita discussão em todo o território brasileiro. O grande entrave da história está no famoso hábito brasileiro da cervejinha (ou qualquer outra bebida) consumida no happy hour ou em jantares e festas de fim de semana, que vem acompanhada pela chave do carro.

Durante esses dias de início de lei, muitas pessoas já ficaram sabendo de histórias de amigos ou viveram na pele a situação de serem paradas em barreiras policiais, pagar a multa de R$955,00 e até mesmo serem presas por isso. Mas aí vem a pergunta: não seria radicalismo demais? Respondo com uma situação por que passei. Participei, há alguns dias, de uma ação da Fundação Thiago Gonzaga, de Porto Alegre, chamada Madrugada Viva, voltado para a prevenção de acidentes na saída de bares durante as madrugadas de fim de semana. A dinâmica é a seguinte: juntamos um grupo de voluntários, estabelecemos bares e restaurantes a serem visitados e passamos a madrugada indo de mesa em mesa entregando panfletos e conversando com as pessoas sobre o cuidado que se deve ter na hora de voltar para casa.

Acho que o que mais me chamou atenção nessa experiência não foi o fato de estarmos conscientizando as pessoas, até porque cada um é dono de si e faz o que quiser com seu carro. O que mais me deixou espantada foi, durante o trajeto de um bar a outro, ter visto um motorista fazendo mil e uma barbaridades com seu carro e o pior: era tudo pra chamar a atenção do pessoal da Madrugada Viva. Vendo esse tipo de atitude eu realmente não tenho como discordar da nova lei, pois se existe um motorista louco em Canoas (cidade onde atuamos), existem outros muitos por lá e por todo o Brasil. A lei pode parecer radical, mas é uma das poucas saídas para diminuirmos o número de acidentes no trânsito.

E nem adianta muito discutir sobre o fato, a lei está aí e devemos cumprí-la. O importante mesmo é conscientizar, mesmo que em grupos pequenos, como com amigos ou com a família, de que bebida e direção nunca irão combinar. E os números nos últimos finais de semana já demonstram que a lei vem dando bons resultados.