sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Voto, mais que um direito, uma responsabilidade

Roma antiga: Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma, como o desemprego. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do “Pão e Circo”, que consistia em oferecer aos romanos, alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu de Roma), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente era iludida, desmobilizada, diminuindo as chances de uma revolta.


Sociedade atual: Com o contínuo crescimento populacional, intensificaram os problemas ambientais e sociais para o mundo. A automatização, a globalização e a falta de políticas públicas adequadas geraram, entre outros problemas, muito desemprego em áreas rurais e urbanas. Porém, diferentemente da antiga Roma, nos atuais paises democráticos, como o Brasil, essa parcela da população pode mudar a sua situação através do voto.

Receoso que essas pessoas venham votar de forma consciente, parte de nossos políticos, os oportunistas e incompetentes, que valorizam a ineficiência, a improvisação e a transferência de responsabilidades, geradores de uma espiral descendente de fracasso sobre fracasso, que aumenta a pressão da pobreza e da violência sobre as comunidades carentes, usam a versão “pão e circo, século 21”, dando a população cestas básicas, festas e shows esportivos, explorando a sua “ingenuidade”. Desta forma, como os antigos romanos, a população é enganada, e deixa de utilizar de forma acertada a sua grande arma, o voto, que neste ano elegerá prefeitos e vereadores para administrar as nossas cidades.


Porém, ainda existem uma pequena minoria de políticos, éticos e capacitados intelectualmente, que lutam pelo aperfeiçoamento e a melhoria contínua da qualidade administrativa pública, e conseqüentemente da qualidade de vida de toda a população, com a convicção de que a realidade pode ser mudada para melhor a partir da busca da excelência na gestão pública.


Pessoas (incluindo os políticos) são como as águas, podem estar límpidas ou poluídas, podem gerar a vida ou promover a morte, é tudo uma questão de escolha de cada um de nós. Sem eliminarmos o nosso egoísmo, fator de degradação do relacionamento humano, não haverá justiça social, ética na política e, muito menos ainda, preservação do nosso meio ambiente.


A imagem que deixaremos para as gerações futuras serão os nossos atos. Por tanto devemos pensar bem antes de agir. Se quisermos deixar um reflexo positivo, votemos com consciência, escolhendo candidatos comprovadamente comprometidos com a justiça social e a preservação ambiental.

O relógio

Quantas vezes por dia olhamos para esse pequeno, grande ou médio aparelhinho? Quantos sorrisos, lágrimas, caretas, gritos, ranger de dentes, bufadas e diálogos um relógio já viu? Milhares e mais milhares. Mas por qual motivo fazemos isso olhando para um relógio? A tarefa dele é somente mostrar as horas que você quer que ele mostre afinal ele não se programa sozinho. A resposta está abaixo do nosso nariz e não queremos ver. Somos escravos do relógio. Nossos dias, semanas, meses e anos são meros servos desse aparelhinho. Às vezes até nos tornamos amigos dele. Frases como “Anda vai querido...” ou “Anda duma vez...” ou ainda “Você está parado ou o que?” Devem ser muito escutadas pelos relógios. Posso parecer louca escrevendo sobre um relógio, e provavelmente estou olhando para algum enquanto escrevo, verificando quanto tempo falta para alguma coisa que tenho que fazer. Mas será que esse hábito irremediável é saudável?

A humanidade é completamente guiada por horários. Horário de acordar, de trabalhar, de estudar, de comer, de dormir. Está certo que tem horas que é impossível não ser guiado pelo horário, afinal ele organiza tudo. Mas será que dentro das 24 horas do dia reservamos um minuto se quer para fazer alguma coisa de que realmente gostemos? Cantar, pular, rir, chorar, dançar, abraçar, beijar, conversar, brincar, rezar, pensar... Seria um motivo aceitável dizer que o tempo passa mais rápido quando fazemos coisas do qual gostamos, mas por que será que temos essa sensação? Deve ser por que estamos felizes. E a felicidade é uma coisa tão boa e que atrai tantas energias positivas para nós, que nem percebemos que o tempo passou. Pense, se você passar um dia inteiro trabalhando duro, sem sorrir um único segundo, toda vez que olhar para o relógio vai ter a sensação de o tempo não está passando, de que nada está andando e que você não está rendendo o suficiente. E se você passar um dia inteiro cantando, pulando, rindo, dançando e brincando quando lembrar de olhar para o relógio, vai achar que o tempo voou e não vai achar isso ruim, pois esteve feliz o tempo todo.

Não importa o que fazemos o minuto não deixa de ter 60 segundos, as horas não deixam de ter 60 minutos e os dias não deixam de ter 24 horas. A diferença na sensação do tempo está em você, no quanto você aproveitou ou não os minutos que não voltam mais. Por isso cante, ria, brinque, sorria, fale, abrace, beije, converse e pense em coisas boas durante todo o seu dia. Isso tornará o seu tempo melhor. Ele não vai passar mais rápido, ele vai passar melhor. A vida é uma só e temos que aproveitar cada milésimo de segundo dela como se fosse o último. O passado não volta mais e o futuro é incerto. Mas o presente é agora, então sorria. Há 5 minutos atrás você não sabia o que ia ler, agora que sabe, sorria e viva intensamente os seu próximo segundo.

Sua fotografia pode ajudar as baleias!

Este ano, o Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal surgiu com um novo projeto para salvar as baleias. Ele foi chamado de Project551pois na última temporada o Japão matou nada mais nada menos do que 551 baleias. O projeto pede a todos que tirem uma fotografia de si próprios fazendo uma cauda de baleia com as mãos, como nas fotos acima.


Adicionando a sua foto no projeto você estará não só mostrando seu apóio às baleias, como também estará ajudando a criar cartazes, comerciais de TV e um grande livro com uma petição para que o Governo australiano impeça o Japão de matar mais.


Esta é uma maneira muito criativa para obter a atenção do povo, e, ao mesmo tempo, para se envolver com um belo projeto de uma maneira muito fácil. Você quer adicionar sua foto? Clique no link abaixo http://www.project551.org/